21
May 2019

Educação financeira para crianças em 3 lições

Endividamentos e comportamento consumista exagerado são duas situações, infelizmente, muito recorrentes na vida adulta. Isso se dá, entre outros fatores, pela falta de noção do valor do dinheiro, uma vez que é incomum aprendermos sobre saúde financeira desde criança. A maioria das pessoas, provavelmente, nem quando crescem estudam a respeito.

Ter uma atitude responsável em relação ao nosso dinheiro, portanto, requer um aprendizado e conscientização que começam cedo. Porém, o assunto não parece ser atraente para os jovens, certo? Como, então, fazer com que eles entendam a importância de economia e investimento, e estender o conhecimento para toda a vida?

Especialistas orientam que, como mãe ou pai, você precisa começar dando o exemplo, agindo como quer que seu filho aja e conversando a respeito naturalmente em família. A seguir, apresentamos algumas dicas de educação financeira infantil para você estimular a prática dentro de casa:

1) Mesada ou semanada

Esses dois métodos são alguns dos melhores para ensinar como se comportam as finanças, já que, na prática, as crianças vivenciam a relação com seu dinheiro e aprendem a calcular os próprios gastos.

O ideal para implantar a ideia é quando o pequeno tiver por volta de sete ou oito anos, quando está começando a aprender matemática básica. 

1.2) Imponha limites

Se a criança gastar todo o dinheiro da mesada ou semanada estabelecido antes da conclusão do ciclo, não dê valores extras para complementar. O objetivo é justamente que ela aprendam a enquadrar os gastos dentro do que têm. Incentivar essa renda a mais é, basicamente, ensiná-los a entrarem no cheque especial quando adultos.

2) O valor do dinheiro e dos bens materiais
É essencial que a criança saiba quanto cada coisa realmente vale (se o preço está justo, se a compra do produto x é realmente fundamental etc.). Avalie se ela tem maturidade o suficiente para compreender essa questão, mas o importante é ir introduzindo o conceito aos poucos, e esclarecendo as dúvidas, claro.

3) Economia e metas

Mostre que poupar sempre é um hábito saudável. Demonstre com exemplos: para conseguir comprar determinadas coisas mais caras, é preciso se planejar financeiramente e guardar uma parte do dinheiro todo mês. Ou, então, se seu filho deixar de comprar uma bala hoje, na próxima semana consegue comprar um doce maior e mais gostoso.

Assim, conforme a criança cresce, fica cada vez mais natural entender o longo prazo.



Fonte: Instituto MRV
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