19
Mar 2019

Preparando crianças e jovens para o mercado de trabalho

Jovens estudantes costumam ganhar destaque na mídia ao criarem inovações com pouca idade, mas, infelizmente, eles ainda não representam um número significativo. Você consegue imaginar o porquê?

Esses alunos considerados “prodígio” geralmente são estimulados a desenvolver sua curiosidade, criatividade, empreendedorismo, protagonismo, entre outras competências. Isso também é influenciado pela recente revolução industrial que estamos vivendo, em que a cada dia novas tecnologias são criadas, transformando a forma como nos relacionamos e nos comunicamos.

Mas de que adianta esse turbilhão de novidades se as pessoas ficam paradas? É preciso que as famílias e os professores acompanhem o ritmo dessas transformações o quanto antes. Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial já aponta que cerca de 65% das crianças e jovens de hoje exercerão profissões que ainda não existem, alertando para quão ultrapassados estão os modelos e metodologias educacionais de hoje.

De um lado, os professores reclamam da falta de interesse dos alunos. De outro, esses alunos reclamam da irrelevância do conteúdo que aprendem em sala de aula para suas vidas. O que fazer, então?
A primeira resposta é fomentar, desde cedo, competências que vão além dos conteúdos das áreas tradicionais de conhecimento, indo além do “simples” empreendedorismo. Separamos alguns exemplos para você entender melhor na prática como preparar as crianças e os jovens para esse futuro mercado de trabalho: 

– Encorajá-los a explorar novos interesses e a encontrar propósitos em pequenos projetos; 

– Ensiná-los a acolher a diversidade de ideias e comportamentos, e a aceitar feedbacks positivos e negativos; 

– Encorajar a execução de ideias. Lembre-se que inovações não precisam ser grandiosas, podem ser pequenas implementações que mudam processos e fazem a diferença; 

– Utilizar à escrita e a arte para lidar com emoções e exercer empatia; 

– Dar espaço para que os estudantes explorem e sejam capazes de imaginar; 

– Criar situações que exponham essas crianças a inovações, como visitas a museus, acesso a leituras e cursos sobre temas atuais; 

– Reconfigurar a relação entre professores e estudantes, com o professor sendo mais um mediador inspirador do que um “chefe”.



Fonte: Instituto MRV
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